O esqueleto e constituição muscular dos beija-flores estão adaptados de forma a permitir um vôo rápido e extremamente ágil. São as únicas aves capazes de voar em marcha-ré e de permanecer imóveis no ar. O batimento das asas é muito rápido e as espécies menores podem bater as asas 70 a 80 vezes por segundo.” (Wikipédia)
Uma explicação rápida sobre um outro pássaro para me deixar em dúvida: águia ou beija-flor (acho que dava outro post isso, mas vou mantê-lo como resposta ao de Cau)? A águia de Carla é o caminho, isso com certeza. Não dá para aceitarmos essas tais migalhas da vida. Sempre ouço que a vida é pra ser vivida prazerosamente e não com tantos barrancos, caídas e afins. Mas concordo com uma frase de Cau “Penso que dependendo da queda, lá parece o melhor lugar para estarmos” . Costumo pensar e regrar minha vida, a aprender completamente com cada queda. Sempre tem alguma coisa para tirarmos como lição. Não tem outro objetivo para a queda. Porque no momento que você começa a levantar, tudo muda, tudo fica mais ou menos azul...ok...lilás...mas caminhando pro azul (que escala de cores mais estranha a minha, mas sei que vocês entenderam)
Voltando ao beija-flor...como seria se parássemos e observássemos mais? Ele pára no ar por alguns segundos. Não seria o caso de observarmos mais para que não caiamos tanto? Para que não soframos tanto, por vezes, desenfreadamente? As vezes as angustias, os sofrimentos são tão perenes...tão constantes. Como nos livrarmos deles? Sou uma pessoa absurdamente observadora. E graças a esta minha observação, consigo (disse as vezes) pular certos buracos. Só que a vida ensina...e é só com ela que você aprende. Não ache que qualquer amigo seu vai fazer isso. Conselho só é bom para os outros. Para nós, não tem tanta valia. Então, a palavra de ordem é exatamente esta que Cau levantou: não aceite migalhas. Mas eu com meu simples e frágil beija-flor completaria essa frase: Não aceite migalhas...e aprenda a observar o mundo e o seu interior...assim, você não precisará pular tantos buracos assim pelo caminho.
Adriana Favilla









