E exatamente por isso estamos voltando com toda a força para o badalado espaço das Mulheres TPM com duas das redes sociais mais fortes do momento! Por favor, adicionem, sigam, façam todo o ritual internético possível!
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... parece que nada dá certo. O cabelo não tá legal, duas unhas quebraram um dia depois de você pintá-las de vermelho paixão (me senti a Angélica agora fazendo anúncio dos esmaltes dela que já foram à falência), a barriga tá com uma briga impossível com o jeans que você adora e por aí vai. Se eu for listar aqui os GRANDES problemas femininos, vou longe...e hoje é domingo, meu saco automaticamente é menor do que já é durante a semana.
Já repararam que sou a mais “nervosinha” das cinco TPM’s ne? Pois...me imaginem com TPM! Não, não façam isso...perda de tempo e filme de terror. Voltando ao parágrafo de cima, hoje, por problemas particulares, estou me obrigando a escrever, a falar, a viver (voltar). Devagar eu sei, mas hoje revi “ Comer, Rezar e Amar” e “ Letters to Juliet”. Sabe quando você pára e pensa que todos esses detalhes que te fazem pensar que o dia está péssimo (que citei acima) são perda de tempo?
Quem não viu estes dois filmes, mega indico porque são ALGO. E começo a pensar em detalhes que são realmente importantes em nossas vidas. Não as duas unhas que quebraram e que fazem você ter um dia daqueles. Mas pensem no todo, no conjunto, no universo de sua vida. E como ele anda? O meu anda bagunçado, confesso. Anda triste...mas aí filmes como estes dois e esse “novo cartão de Feliz Natal” da Globo me fizeram parar para raciocinar e pesar N coisas. Já viram a mensagem de fim de ano da Globo? Hoje dei de cara com uma criança magrinha em um hospital para hemodiálise. A mãe perdeu o emprego porque não podia deixar a filha so no hospital e ela só queria , O SONHO DELA, era uma casinha de boneca. Já falei por aqui, e quem me conhece sabe, não me venham falar do vizinho que tem câncer nos ossos quando eu to com algum problema que me confunde e dói demais a cabeça e a alma. Cada um com seus problemas. Mas SOZINHA , quieta no seu canto , como eu vivo há alguns dias, a gente se pega pensando: “ Poxa, eu to sofrendo mesmo porquê? Por quê eu to perdendo o dia de hoje, que não sei se volta? “
Temos o dom, nós mulheres, de elevar à 10º potência alguns problemas que podem ser resolvidos. O meu hoje, não sei como resolver, não sei como conviver com ele e me dói a alma. E necessariamente, eu não estou aumentando ele, mas ao mesmo tempo...poxa, e eu? Como fica menos um dia (já que gastei ele na cama pensando) na minha vida de 40 anos? Entendem a que ponto quero chegar? Os problemas existem, o sofrimento NÃO É OPCIONAL, mas saber lidar com tudo isso é extremamente importante. Vale à pena parar e raciocinar , friamente , sobre o quê e como fazer...não elejam o cabelo que não tá legal como um graaaande problema. E se vocês estiverem em uma tempestade, só se abrigando. Não adianta enfrentá-la com um módico guarda-chuva...
That’s all folks
Drix




“Mas também acho que aquilo que é bom, e de verdade, e forte, e importante - coisa ou pessoa - na sua vida, isso não se perde. E aí lembro de Guimarães Rosa, quando dizia que "o que tem de ser tem muita força" (Caio F.Abreu)
Particularmente sou uma viciada nas intempestividades de Caio Fernando Abreu. Hora ele estava ótimo, hora estava em quase depressão. Interessante essas mudanças de humor do nada. Na porta dos 40 (aguardo as felicitações no dia 04/11...já anotem para não ter rolo comigo posteriormente), algumas fichas caíram. E são fichas que NUNCA caíram anteriormente, ou seja, tá tudo estranho e confuso para mim. Como boa escorpiana era muito dada a dramas dantescos. Coisas que nem tinham essa importância toda, mas estava lá minha pessoa dando valor exacerbado. Tudo muda né?
Depois de um cardiologista às pressas, numa madrugada de sábado (há quase dois anos), tudo mudou drasticamente. Por pressão do corpo que dizia “ Ei mulher, ou você muda ou eu mudo você do plano terrestre para o astral”. Direto, simples e frio. Como não sou besta nem nada (Até porque como morrer e viver lá sem TV a cabo? Twitter já sei que vou manter, já que temos plasmas super-mega-blaster informatizados por lá...juro! Ainda não viram Nosso Lar?), preferi me manter vivinha da silva.
Claro que a gente não muda tudo. Não! Nem me venham aqui postar comentários do gênero “Ah, mudei da água para o vinho”. Ah, não creio ! Blasfêmia! Infâmia! Não creio mesmo. As pessoas mudam com o passar do tempo, com o frigir dos ovos. Não consigo ver isso de “do nada” a criatura muda tudo. Eu mudei bastante, consegui organizar minha mente para muitas coisas nas quais eu não prestava atenção e tudo mais. Só que alguns ranços ficam...e até pioram se você duvidar. No meu caso, foi a mudança de humor!
Eu posso acordar um Pequeno Príncipe e terminar o dia como serial killer de qualquer filme psicopata. Minhas segundas por exemplo, todas, são do Garfield. Acordo de pé esquerdo, sem querer nada a não ser férias (que não tenho tem anos luz). Minhas mudanças de humor são bem fortes e perceptíveis. Vou da tristeza à alegria em poucos minutos...ou vice-versa. A questão é: como domar isso em mim? Resposta: não sei!
Talvez essa acentuação das mudanças intempestivas, devam-se à chegada dos 40. Não esperava por eles tão cedo, juro..Parece que foi ontem que tinha 30 (TPM Carla, aproveite...passa assim ó: puf) ! Pensei que estaria preparada, como estive para os 20 e os 30, mas não to não! Ando em corda bamba, em dúvidas, submersa em interrogações que sei que só eu, por mais que eu tenha amigos queridos, posso resolver e responder. São auto-respostas!
E você? Muda muito de humor?
Sim, eu tinha que ser a pessimista do “causo” aqui. Mas whatever, domingo sem sol, preguiçoso, me agüentem!
Viajar...tem algum deus grego da viagem? Estou neste comentário insano porque estou assistindo “Fúria de Titãs” em capítulos. Voltando ao normal: viajar é a coisa mais legal que a gente pode fazer. E concordo com Alba: em todos os níveis. Viagem de momento , de sonho. Viajo até sentada na areia da praia juntinho com Iemanjá.
Agora falando de viagem mesmo, tipo trip, já gostei de ser mochileira. Escolher uma cidade, pegar um ônibus (sem essa de avião! É no buzão que a gente faz as amizades engraçadas...até porque horas de estrada tem que fazer graça né?) e chegar na capital. Lá , escolher uma cidadezinha do estado e se aventurar. Obviamente, escolher albergues enquanto na capital previamente. Carregar uma máquina digital e fotografar cada canto legal, interessante, esfuziante para ajudar na memória anos à frente. Que massa quando podemos fazer isso sem nos preocuparmos com horários, grana, recados ou preocupações para qualquer pessoa que tenha ficado no seu estado de origem...pois bem, aí a gente acordou, porque eu, com quase 40 anos, já não tenho mais condição alguma pra viajar de mochileira. Não pelo essência física, não. Até que dou um caldo de mochila nas costas, rsrsr. A questão é: vida profissional versus vida mochileira.
Então o jeito, completamente diferente, que a gente encontra (sim, você mesma que já está entrando nos 35...não se esconda não...não adianta fechar o lap rapidinho) é organizar a bagaça! Nos 12 meses, você já sabe que tem só um para fazer essa trip. Um? Mentiiiira! Te peguei hein? A gente , normalmente , vende alguns dias das férias. Então, negocie com si mesma 22 dias de férias. Ônibus? Hellllooo woman! Vamos ganhar tempo: compre sua passagem com 3 meses de antecedência...os preços são melhores. Já agende seu traslado porque TODOS os taxistas são safadinhos em aeroportos quando notam que seu sotaque não é nada parecido com os que rolam na rua dele.
Enfim, daí é você e ... Deus...não, te peguei de noooovo! Daí pra frente é você e o limite de seu cartão de crédito! O que vale sempre à pena são os amigos que surgem, os amores “mochileiros” que podem pintar e tudo que seu coração guardar de feliz dessa viagem! \o/


Composição: Fabio Junior
Pai!
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez...
Pai!
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz...
Pai!
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer...
Pai!
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você...
Pai!
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga prá ver...
Pai!
Me perdoa essa insegurança
Que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu...
Pai!
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!...
Menina, essa coisa da educação...educação, cadê, cadê? Você viu? Nem eu...
Meu ex-unido estável (rsrsrs) costumava dizer que quem dirige aqui em Salvador e em Delhi, na Índia, dirige em qualquer lugar!
Eu não sei, amiga, o que fazer com isso...costumo passar por otária no trânsito porque prezo minha pacífica velocidade de vida boa e em alfa...Raramente ando querendo que todos saiam da minha frente...na verdade, procurei unir trabalho, moradia e quase tudo que preciso bem à mão, pertinho em virtude dos eternos engarrafamentos e da loucura do trânsito em geral.
Parece arrogância nossa, né? Mas é não...é cansaço mesmo e sobressalto, as vezes...
Quanto à dobradinha casa-escola na educação dos babies, é um projeto utópico ao meu ver...Me pego observando alguns pais na escola que as crianças daqui de casa estudam, e fico viajando no comportamento dos primatas humanos...rsrsrs
Outro dia, só para dar uma idéia, fui levar os meninos à escola, não havia mais lugar para estacionar. Então, me vi sem opção de parar e descer as crianças. Que fazer? Bom, parei o carro, sem desligar, atravessando dois carros estacionados de pessoas que provavelmente tinha ido levar seus pimpolhos para a escola também...Abri a porta, peguei as mochilas, correndo para acelerar o processo e disse aos meninos para saírem. Nesse entremeio, uma das mães voltou, entrou no carro dela, temporariamente preso pelo meu, me vendo naquele movimento desesperado às 7 da manhã, e começou a reclamar feito louca, buzinar, mostrar o relógio, tudo isso enquanto eu subia com as crianças no passeio e olhava eles entrarem no portão da escola sozinhos. Nem acompanhei para não deixar o lugar. Menina, essa criatura falou tanta coisa, por causa de 5 minutos!
Só tive uma opção: olhar bem nos olhos dela, parar, e dizer: o mesmo direito que você possui de deixar as crianças em segurança na escola, eu possuo. Eu preciso de 5 minutos de sua paciência e educação para que eu não cometa nenhuma infração, e a gente possa conviver. Ela me respondeu que trabalhava, se eu sabia? Disse que não. Achei que era desocupada. Geralmente quem trabalha tem bons modos! Ficou fula da vida. Na verdade perdeu mais tempo me xingando do que esperando!
Fiquei pensando naquilo...gente, seu eu não posso parar do outro lado da rua, pois é proibido, se todas as vagas de estacionamento estão ocupadas, que fazer para deixar as crianças no horário? Não deixei o carro lá e fui passear, nem sequer saí do local, com o motor ligado, subi as mochilas no passeio e mandei os meninos irem cerca de
Vocês acham que estava errada? O que vocês fariam?
E as crianças continuam repetindo os seus pais...nos atos...
Ém 200 anos. com um curso intensivo de boas maneiras, educação, tolerância, solidariedade... quem sabe...
