sexta-feira, 25 de março de 2011

O copo. Por Drix


Tenho cólica... hoje eu não estrago nada! Eu ESTOU estragada literalmente, rs. E aproveitei um momento de completo desvio de raciocínio lógico para vir aqui exercitar minha demência emocional. Sim, sou uma demente emocional. Hoje de manhã atestei isso...ontem de noite também, amanhã a tarde atestarei de novo... E dei de cara com essa criaturinha mascotinha dando show de metáforas “copos..cacos...sentimentos”. Odeio essa menina quando leio coisas extremamente pertinentes em momentos dementes emotivos! 

Erro muito..por intensidade no que é bom para o outro. Sou uma escorpiana intensa. As vezes acho que deveria dar menos de mim para a relação, mas aí eu paro e penso: “Poxa, mas não seria a Drix...não seria a minha essência”. Então fico nessa balança doida, nada justa, de me doar como sempre o faço ou recuar para ME proteger. Porque acabo me deixando à margem de qualquer segurança futura. E o “meu copo” é que se quebra. O meu copo interior é que se espatifa no chão. No fundo, e sendo bem sincera com vocês, fico muito na mão das pessoas. Previsível? Não diria isso. Diria, uma pessoa tão difícil de se achar que as pessoas preferem as que acham em cada esquina. Ouvi isso já e pensei que fosse loucura quando ouvi, mas pensando bem não é.  É tão difícil uma pessoa que seja sua companheira, parceira, amiga, amante, amada...aquela que troca, que vibra junto, que apóia, que sente junto ...que é mais fácil e menos complicado de lidar arrumar uma pessoa que te destrate e que “trate” tudo muito “ah, vamos ver até onde dá”. 

Fugi do assunto de Bia ne? Nops! Me explico: Eu nunca errei neste ponto que ela chegou de “poderia ter feito diferente” . Isto até ela cair na real e ver que fez o correto mesmo. Eu nunca errei no jeito com o outro. Eu sempre errei no jeito COMIGO.  Eu não fiz com o outro, eu fiz isso tudo sempre comigo... Entenderam? Tomara Deus..porque eu não vou me explicar mais não...cheguei ao meu limite do dia!  =)  Só um adendo... acho que dá para reparar sim quando o cristal se quebra...mas não com cola ou qualquer artifício externo... sabe aquele amor que você não sabia que tinha? Com este...apenas este, se existir, consegue criar uma nova relação livre de qualquer sintoma de dor! 

De qualquer forma Biancóviskys, devo falar que te odeio! Por toda essa coerência do copo com o sentimento . Chaaato isso, saco! Você é anã? Só pode! Porque tem essa coerência toda? É Smurf?  Eu ia passar o novo texto, mas nem pude. Foi tudo tão certinho... ia me sentir fora do comercial de Margarina Delicia se eu fugisse desse texto...saca, meio fora da família ?  Logo eu, uma criatura tão profundamente emocional e meio novela de Gilberto Braga (nos tempos que ele era bom..porque DEUS, de insensato no corpo dele, só a mente pra fazer uma merda dessas de novela...rumbora combinar? E a das 19h gente? A das 19h tem tanta força que não conseguiu me Morder não...me Assoprou pra bem longe dela..aff)

Inté folks!


quinta-feira, 24 de março de 2011

O copo. por Bianca Chetto



É a primeira vez que eu estrago um relacionamento. Tudo bem, eu não tive tantos relacionamentos assim... mas, os que eu tive, nunca estraguei. Sim, sempre fui eu a terminar, mas era sempre por que o sentimento tinha acabado ou por que o carinha tinha feito alguma coisa que eu não gostei. Mas nunca, nenhuma vez, eu deliberadamente estraguei tudo. Hehehe

É interessante isso por que tinha aquela vozinha me dizendo: “isso não vai acabar bem querida... não faça isso não.” E eu costumo ouvir todas essas vozesinhas... E é interessante também pq sempre me considerei uma pessoa atenta ás sutilezas dos relacionamentos. E mesmo assim... sai atropelando tudo. Agora sinto vontade de rir.... e riria se não fosse pelo nó na minha garganta. Tá aí outra coisa que eu não sinto há algum tempo.
Aqui estou eu abraçando minhas emoções e me permitindo senti-las. E o que mais sinto é saudade. Um pesar, sabe? Do tipo que se sente quando perde alguém querido. E lá no fundo... aquele silêncio. Posso sentir meu corpo se fechando inteiro, se fechando pro mundo. E aquela vontade de não falar com ninguém. E ai volta a saudade. Ai, uma saudade tão grande de tudo que poderia ter sido.
A imagem que me vem é a de um vidro quebrado. Um cristal, em mil pedacinhos... Uma corrente fina, frágil, que se partiu. E você lê o texto e se pergunta: “O que foi que ela fez?” E eu não tenho como te responder. Mais uma vez me rendo a sutileza das emoções humanas.
É como aquele copo que fica em cima da mesa, bem na beirada.... A criança olha pra ele, de baixo, mal conseguindo alcançá-lo. E é lindo, o sol reflete nas paredes do copo, e ele brilha e não tem nada mais que a criança deseje. Então o copo quebra. Não por que a criança tentou alcançá-lo e falhou. Mas por que o copo está sempre, sempre, sempre muito próximo da beirada, e a brisa mais leve é capaz de derrubá-lo.

Sim, Bianca... mas se foi a brisa que derrubou o copo, como pode ter sido você a estragar tudo? A resposta é simples. Eu deixei a janela aberta.

Talvez essa ilustração abra margem pra muitas interpretações... então vou ser um pouquinho mais objetiva, até por que as meninas precisam saber sobre o que vão escrever depois de mim... rsrs. O que eu quero dizer é: Quando o copo quebra, fudeu. Não adianta colar com super Bond, não adianta tentar montar os pedacinhos, não adianta. Romance é vidro. Ainda que você cole os pedaços, ele não volta a ser transparente. “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia.” Não to falando de amor, ou de confiança apenas. Mas daquele encanto... o encanto que começa “tudo”. Quando o encanto se quebra... toda tentativa de recomeço é frustrada.

Alguém discorda?
kisses

quarta-feira, 23 de março de 2011

Eu sou da tribo do Javier Bardem! Por Drix!



Sim meus caros ( "caros" porque temos Flavio e Liv, nossos queridos leitores varões ...até então os que conheço), eu sou é da tribo do Javier Bardem! Deus, me dá até calor! Bom,  eu não faço parte de porra de tribo nenhuma! ADOREI essa levantada de assunto de Alba. Porque eu penso que esse negócio de tribo, na minha cabeça, não tem NADA a ver. Nunca fui chegada a nenhuma! Sou meio Bianca Mascotinha: alternativa, poli, multi, maxi...sei lá! 

No colégio? Até a faculdade eu estudava em um de Freiras...pacatas até eu dar as caras. Eu era da turma delas, do carinha da cantina, dos arruaceiros, do carinha que vendia balas na saída, ou seja...eu era de todos! Na faculdade não foi diferente. Falava do cachorro até o filho do reitor, então...nada de grupos! E era ótimo porque sempre arrumava carona...esse era meu plano (muá rá rá)! 

Na boa? Nem tenho muito a escrever sobre esse lance de tribo. Não por falta de vontade, mas é porque vou me repetir porque minha idéia é só uma: tribo é para os que gostam de selecionar as coisas, de se colocarem em setores diferentes ou defeituosos (mesmo sem consciência plena disso). Não curto! Sem preconceito...podem aí criar suas Ongs Tribais...tô nem aí pra isso! Só tenho preconceito MESMO com a tribo do funk...É gente..eu ODEIO funk! Rumbora combinar? Ôô coisinha chata de ouvir, sem musicalidade NENHUMA! Mas isso já é outro assunto!

Apois, minha tribo se chama JAVIER BARDEM! =) 

terça-feira, 22 de março de 2011

Qual a sua tribo? Por Carla Palmeira

Google Imagens

Sempre ouvi essa pergunta na minha adolescência, mas quando se está no contexto fica difícil determinar em qual tribo o meu estilo se encaixa.

Não resisti e fui ao dicionário para saber o que realmente esta palavra curta, carregava de significado. Quando comecei a ler, logo viajei na minha transição de estilo e então veio a primeira definição: "Conjunto de famílias nômades, geralmente da mesma origem, que obedecem a um chefe", então pensei, sou tudo isso em mim, meu grupo de escola eram os excluídos, o "fundão" da sala, mas eu também era popular, todos me conheciam, não porque usava a roupa da moda ou porque eu era comunicativa, pelo contrário, me escondia por trás do cabelo jogado no rosto, do boné e das roupas que me engoliam. 
 
Eu era popular, pelo simples fato de ter a mãe como diretora do colégio. 
 
Extremamente tímida, até que melhorei bastante, mas o grupo que criamos não tinha um padrão no vestir, usávamos diferentes estilos, gostávamos de músicas diversas, mas a afinidade surgia no comportamento, na forma de ver a vida e de agir. Passei por vários estilos (hippie, rock, grunge, pop...) e mesmo assim nos mantínhamos unidos, até que mudei de escola. Essa possibilidade me proporcionou  assumir "Carla Palmeira" e "assassinar" o título "filha da diretora" que pesava nas minhas costas. 

Muito sarcástica e ainda tímida consegui me engajar em uma sala em que tradicionalmente todos se conheciam desde a infância, a galera do "fundão" não pertencia ao meu cotidiano, mas a curtição continuava. A arte de escrever, as músicas no final das aulas, os livros de Paulo Coelho no intervalo, os bastidores do teatro me fascinavam. Me sentia bem produzir sem aparecer, encenar sem falar.

Tentei, por diversos momentos silenciosos, definir minha tribo, mas tudo que consegui até hoje, com essa multipluralidade de estilos, foi o título de "Nerd descolada".

Assumo! Sou uma "nerd descolada" bem feliz!!!! 
 
E você?

domingo, 20 de março de 2011

Qual a sua tribo? por Bianca Chetto


Tá aí. Politribada é uma boa palavra, não teria como levantar a bandeira de nenhuma ‘tribo’ em particular. Acho meio chato alguém se definir como pertencendo a um único grupo, alguém que viva as experiências sempre da mesma forma, que goste de um só tipo de música, de roupa, de filme, de gente. Acho meio triste.

Nunca consegui me satisfazer com uma coisa só... talvez por isso eu seja um pouco indecisa, insistindo em querer ‘todas as opções anteriores’. Na escola, por exemplo, tinha sim um ‘grupinho’ que eu andava com maior freqüência, pelo menos até o Ensino Médio. Lembro que no colégio que estudei até a 8ª série eu as vezes recebia algum tipo de classificação... Fazia parte da galera ‘CDF’, mas ao mesmo tempo era da turma ‘POP’. Rsrs

De um jeito ou de outro nunca me considerei nenhuma dessas duas coisas, nunca achei isso suficiente pra mim. Era CDF, mas não gostava de estudar, era ‘popular’ mas nunca percebi isso. Era mais uma coisa que as pessoas falavam de mim do que algo que eu realmente pensasse sobre mim mesma. Penso nisso agora e parece que foi há tanto tempo. Cinco, seis anos atrás. É, talvez seja bastante tempo pra mim mesmo.

Depois veio o intercambio. Aí realmente, eu era da tribo dos ‘intercambistas’. Continuo me sentindo assim as vezes, fazendo um intercambio... de experiências, de descobertas, de emoções. E então o ensino médio, mais uma vez a coisa do CDF, só que agora sem o POP. Rsrsrsrs

A verdade é que me sinto confortável em praticamente qualquer grupo de pessoas. Praticamente. Rs. Gosto da ‘vibe’ alternativa, mas ficar só no alternativo também é bobagem (na minha humilde opinião), acho até engraçado ver meus amigos dançando o pagodão.... me divirto mesmo, embora não seja o tipo de barulho que me agrada. Rs. Gosto de rock, pop, musica clássica. Gosto de fast food, filme sessão da tarde, trilha no meio do mato, roupas caras, salão de beleza, meditação, academia, passar o dia no sofá, internet, livros.... história em quadrinho, módulos do 3º ano. Rsrsrsrsrs Tem alguma tribo que abrace tudo isso? Tudo isso e todas aquelas outras coisas aparentemente contraditórias mas que mesmo assim me interessam? Não, não. A gente pode ser tanta coisa ao mesmo tempo, abrir mão disso pra fazer parte de um grupo exclusivo... não me parece uma troca justa.

O interessante é passar um tempinho conhecendo todas essas tribos, é o natural, principalmente na minha fase (que está chegando ao fim! =/) mas não consigo imaginar pertencer a uma dessas tribos apenas e por tempo ilimitado.


beeeijos

sexta-feira, 18 de março de 2011

Qual a sua tribo? Por Alba




Você pertence a alguma tribo em especial?
Qual o seu estilo?
Eu não tenho uma tribo só. Aliás, eu faço parte de várias tribos...
Ok, vou começar do era uma vez para que faça sentido essa pergunta.

Um belo dia, num curso psi, a pergunta: “Ei, Alba, qual a sua tribo afinal?”

“Hum? Hein?”

“Qual a sua tribo, menina!”

“Não tenho tribo.”

“Não tem? Como assim não tem?”

“Não tendo.”

“Ah...”

Vi a frustração, o desencanto...nos olhos, no aah! Li o ‘como pode não ter tribo’ dançando na mente alheia...
Pois é, não tenho uma tribo especial.
Sou uma TPM ‘destribada’ ou ‘politribada’.
Nada contra tribos. Multiplicidade, sempre!

Em segundos a minha vida desde a escola, lá no Vieira, percorreu a minha mente e veloz, me mostrou em preto e branco: sou uma mulher multifacetada.  
Primeiro, vi que nem lugar certo na sala de aula eu tinha. Cada dia um lugar diferente. Cada dia uma visão do quadro negro. Cada dia um vizinho de classe. Talvez por isso tenha sido tantas vezes líder de classe. Líder-mãe. Meu apelido era mãe no Vieira, um colégio tribal. Tinha trânsito livre e isso não me impediu de fazer bons e eternos amigos, que se estiverem lendo esse memorial, dirão sim.

Depois, na faculdade de direito (meu lado tradição) virei Chanel n. 5. e Porretinha.
Aí, vesti terninho vermelho. E logo depois sáris indianos me seduziram. E logo, logo, já era sannyasin, encantada com Osho, uma figura controvertida para os de uma tribo só.
Mais um tempinho e o mundo psi me perfumou...a terapia transpessoal. O teatro. As roupas coloridas, as cores africanas e seus vestidos ancestrais.
Até o sotaque sempre foi assim, assim...diferente.
Amigos de muitos lugares, até da Mauritânia! Hey, Mamadou, I Love youuuu!

Duas profissões que se abraçam inesperadamente. Alguns demoram a entender o que faço. Outros não. Alguns se permitem ver que posso fazer bem o que faço, outros não...Blá!

Experimentar, sempre. 
Pois é...politribada.
E você, qual a(s) sua(s) tribo(s)?

segunda-feira, 14 de março de 2011

Eu não vou para a sinaleira...eu vou para a casa lotérica!!!!!



Minha gente, vamos tentar uns milhões...Brincadeirinhas a parte...vou falar um troço muito sério nesse negócio de dinheiro: dinheiro é bom.

E fazer unha nos torna muito femininas ou sensuais e é uma oportunidade de vivenciar um momento "estou sabendo do que acontece no mundo dos ricos e famosos e dos que sonham em ser ricos e famosos também" (salão de beleza é agência de notícias, gente!). Por isso, gosto muito dos esmaltes Renda e Quinta Avenida! Meus preferidos. Ah, Chocolate, também.

Pára com isso de que espiritualidade = pobreza; elegância = pobreza; amor = pobreza; só o trabalho duro = honra = pobreza! Já pararam para ver como gostam de dizer essas coisas pra gente?!

Dinheiro é bom, gosta de movimento, é necessário, mas não é essencial...a gente sobrevive apesar dele, com ele ou sem ele (nesse momento, né, Mari? rsrs). Eu sinto quando não tenho dinheiro. Mas continuo rindo com as tpms e de vez em quando pedindo com uma cuiazinha...que ninguém é de ferro!

Outras vezes não ter dinheiro é um alívio! Estou fora de todo aquele 'peso' que ter muito dinheiro às vezes traz: você não pode beber uma sidra e se sentir bem com isso. Você não pode usar aquele seu vestidinho surrado para ir na festa e se sentir confortável. Você não pode comprar um óculos apimentado porque tem que ser aquele DG maravilhoso...
Você perde a chance de revelar a sua criatividade e, ao invés de jantar num restaurante chiquerésimo, simplesmente curtir chupar picolé capelinha no final da tarde em pleno Farol da Barra e ser aquele romance bom...Gente, esse negócio de ficar sem dinheiro pode até ser uma boa?! Tá quase hollywoodiano isso aqui, Mari...

Mas a minha viagem para o Caribe numa embarcação particular com tripulação especial, um espumante maravilhoso, um vôo de primeira classe ou pelo menos nenhum pensamento angustiante a respeito das contas, será muito boa!!!!!

Vai um semáforo, aê?!
Beijos com juros sobre juros!
$ Alba Querino$

Pode ser supérfluo... por Bianca Chetto


Nem me fale de dinheiro. Tenho gastado feito louca. E quanto mais eu gasto, mais me acho pobre... e mais quero gastar. Quero ir no salão. Mas no Itaigara, e não nesse aqui em frente a minha casa... Quero comprar roupa!!! Preciso de uns saltos, porque sair por ai assumindo meus 150 centímetros de altura me incomoda às vezes. 

Quero dinheiro pra fazer teatro. E um motorista pra me levar e me deixar em casa depois... rs. Quero retocar minhas luzes. Quero passar um tempinho viajando. Ou um tempão. Quero um dinheirinho pra fazer o Vale do Pati em 7 dias, e depois de um intervalo num SPA, voltar pra chapada e fazer a trilha da Fumaça por baixo....

Queria ir fazer umas comprinhas em São Paulo. Uns trocados pra comprar um celular que preste. Quero muito, de verdade, dinheiro pra visitar meus amigos na Flórida. Sem dinheiro, muuuito dinheiro, tudo isso vai para aquela velha lista das coisas que eu vou fazer 'um dia'.

I wanna be a billionaire, so fucking bad.... rsrsrsrs.

Aiai, essa sou eu no meu momento extra-fútil-pós-aprovação na UFBA. Não podia ser diferente né? Não tem como não ficar um pouquinho fútil tendo tanto tempo livre e quase nenhuma responsabilidade. Nem vou tentar entrar no mérito das outras TPMs, não posso abrir minha boca pra dizer que não tenho tempo pra mim, ou que preciso de uns mimos pra me sentir mais mulher... Na minha idade esse papo não cola e se eu começar a falar isso é capaz delas quererem me bater. Então, assumo minha futilidade momentânea. Falando sério, um dinheirinho sobrando ia ser tão tão tão bom.

Beijos e queijos cheios de alegria por estar de volta!!!!!!!!!!
Peace.

domingo, 13 de março de 2011

E vocês? Também vão para a sinaleira com a gente?



Três das TPM's estão na corda bamba! Ok...vocês já viram aí embaixo seus indignados desabafos. Inclusive com palavrões , tsc, tsc... Enfim, e vocês? Mandem um e-mail para nós e conte! Use a bat-linha direta womantpm@gmail.com . Será um prazer publicar por aqui o e-mail mais interessante sobre o assunto. E assim vai rolar com todos os próximos tópicos...então go woman! Ponha para a fora a sua indignação com seu bolso e venha participar do mundo doido das TPM's!

\o/

Pode ser supérfluo... Mas, com certeza é essencial! Por Carla Palmeira

Google imagens


Supérfluo??? Nem pensar!

Engraçado como faz a diferença termos aquele "extra" para ir ao salão, não sabia o que era isso há uns...(sei lá!).


Dinheiro? Passa por mim que nem sabão molhado, não fica nem os centavos. Opa! Deixa eu explicar, consumista é uma coisa que realmente não sou, nem cartão de crédito eu tenho, o dinheiro passa para pagar as contas. Quem tem filho sabe as despesas do inicio do ano, é farda, mochila, material escolar, matrícula, tênis...entre outras coisas e quando não se tem ninguém para dividir, as coisas pioram.


Pois bem! Voltando ao supérfluo de um salão de beleza ou uma roupinha nova, consegui, depois de tempos, pintar as unhas e dispensar duas horas no salão para cuidar das mãos, dos pés e sobrancelha, ai! Como é bom se sentir mulher ao invés de guerreira.

Batalhas diárias cansam muito, e Dri, tenho que concordar que também mereço esse tapa de novela, porque PUTA QUE PARIU, vou largar esta "bagaça" e ser catadora de lixo ou então guardadora de carro nas festas. Velho! Vocês já pararam para imaginar o quanto essa galera ganha.


Flavinho, se você me ensinar, acho que farei os "bicos" na sinaleira também. Quem sabe, de quinze em quinze dias eu consiga fazer um "pé de meia" bem grande ;)


É, caros amigos, dinheiro é uma das coisas essenciais nesta sociedade, não vivo de luz. Preciso dele sim, para muitas coisas e me sinto feliz em ter-lo não só para pagar as contas, para ter pelo menos algumas horas de lazer.

Não sou hipócrita e concordo se o dinheiro não traz felicidade, pelo menos ele compra (risos).


Outra TPM na corda bamba!


sábado, 12 de março de 2011

Sim, é essencial! Rumbora beber porque também to sem...



Se eu fosse repetir o texto...iam me abusar de plágio! Apois Quindim, você leu minha mente. E o pior: quem mandou expor assim meus pensamentos mais recônditos? Flavio Catão querido que é nosso macho mascote por aqui (e super bem vindo sempre) : acho que nem sinaleira tá dando tanto troco assim não viu? E Mari não tem lááá esta coordenação motora toda, então não vamos pedir demais da moça... as 3 bolinhas ou os bastões vão ser um suicídio em uma sinaleira!


Hoje, zapeando dei de cara com o Huck falando com uma ex-coletora do lixão de Gramacho, aqui no Rio. Pasmem, a mulher tirava 700 contos por mês. E ainda disse mais pra me agoniar: “Trabalhava pouco, fazia meu horário e tirava 700 contos por mês”. Alguém me dá um tapa na cara bem novela das oito para que eu possa tirar minha cara de “ PUTA QUE O PARIU HEIN MEU REI?”. Gente, se eu fosse dizer quanto ralo pra somar isso em um mês... e tento fazer meu horário sim...aliás, o faço: trabalho de 7h as 22h. Tá bom pra você?


Acho que já falei isso em algum texto por aqui: por favor, se eu estou com um problema , seja ele qual for, não me venha dizer que meu vizinho que mora lá no final da vila, tem um problema Y que é absurdamente pior que meu problema Z. Bom, a criatura já começaria mal, porque se Y vem antes que Z, o meu problema continua sendo pior! Dãããr! E segundo, meu Gzuz Cristinho, eu não tenho absolutamente nada com o caos alheio. Sim, tenho a partir do momento que me solidarizo com a tragédia da região serrana por exemplo. Oun meu povo...eu não sou “deficiente” de sentimentos e generosidade não! Pelo amor ne? Mas falo dos problemas nossos de todo dia, amém. São tão imensos pra nossa cabeça que fica difícil eu me preocupar com o tal vizinho com o problema Y.


Grana é meio que fundamental sim! Parem de levantar bandeiras socializadoras do tipo “dinheiro não traz felicidade”...HellooooUUU! Claro que traz! Você não ia ficar mega feliz em um sábado depois de uma semana inteira de trabalho puxado, de poder ficar em uma casa de praia super confortável e esquecer da vida? Ou então, você trabalho em pé o dia todo... acha lindo e super legal voltar para casa de ônibus? Aquele beeeem cheio com um cara que não sabe o que quer dizer “desodorante com ação prolongada”... Ah, você curte isso ne? Então, realmente meu rei, dinheiro para você não traz felicidade não. Fique onde está e deixa mais espaço para nós que achamos que traz um pouco sim, que nós queremos correr atrás desde ontem de manhã!


E para esquecer dos problemas... rumbora beber (ich!) que só na cerveja que encontramos o amarelo ouro da felicidade (ich!)



By Drix

sexta-feira, 11 de março de 2011

Pode ser supérfluo... Mas, com certeza é essencial! Por Mariana Chetto



Eu sei que não deveria sofrer com o fato de estar hiper, mega, super apertada. Sem um “puto” pra, se quer, fazer a unha no fim de semana. Ir ao salão, ai ai... Devo estar sonhando! No momento, minha situação financeira é tão medonha que não tá dando nem pra pagar as contas do dia a dia, então, pasmem, salão de beleza virou artigo de luxo. Luxo NÃO! Super luxo!
Eu sei que não deveria ficar triste com o fato de que não posso, nem sonhando, ir num bom restaurante almoçar com minhas amigas. Eu sei que não deveria ficar de mau humor por não poder acompanhar meus pais e minhas irmãs em suas viagens... E pior: eu sei que esta é uma situação passageira e que em breve vai acabar (PELO AMOR DE DEUS!!!!!).
Eu sei de tudo isso, mas a verdade é que SIM, eu fico TRISTE!!
Eu gostaria realmente de dizer que isso não me incomoda. Isso seria muito “elevado”. Mostraria o quanto sou uma pessoa desprendida, confiante e cheia de fé. Pois sim! Mas a verdade, a verdade pura e simples é que não sou nada disso (que merda!). Devo confessar – e, por favor, não espalhem por aí – Sou uma simples mortal com desejos bem humanos e às vezes até bem mesquinhos... Ops! Falei.
Mas, gente, pense bem como é que uma pessoa pode ficar feliz sem comprar uma “roupitcha” nova (não tenho idéia de como escrever isso!) durante a eternidade de 05 meses? Me diga? Como isso pode ser???? Hem?
Uma TPM lisa, lesa e louca!

terça-feira, 8 de março de 2011

Feliz "Todo Dia" Mulher!!



De TPM ou não, somos verdadeiras Mulheres Maravilha! Dia a dia, faculdade a faculdade, filho a filho, marido a...a...bom..só um marido (hehehe). Nossa vida é sempre muito mais ferrenha que a de qualquer homem! Rumbora combinar isso? Finalmente nosso dia 8 virou feriado no calendário...só porque se misturou com a festa de Momo! E lambam! Talvez não aconteça novamente tão cedo...

Nem ganhar presentes ganhamos. Só a Hebe (porque hoje é aniversário dela)! Ou seja, a data nem comercial é! Ou seja...NOS FU *&%+$ ! O importante de tudo e´que continuemos tentando ser o que de melhor for para nós mesmas!

Você tem que ser sempre melhor para você mesma, em primeiro lugar. Não tem essa de família vem primeiro, filhos e afins. Porque no final das contas, quem cuida de você é você mesma. Portanto queremos levantar uma bandeira eterna a partir de hoje aqui no Mulheres TPM: Vamos ser bem cuidadas por nós mesmas...porque melhor que a gente para fazer isso, ninguém! É hora de nos amarmos mais, de comprarmos sim aqueles creminhos caros da Natura, de fazermos uma bela ginástica, de sentarmos na areia da praia com iPod e um livro, de nos preocuparmos com nossa alimentação, de comprarmos aquela tinta porreta que vai aniquiliar nossos cabelos brancos! É hora de nos entupirmos de chocolate SIM em época de TPM! É hora de nos olharmos no espelho e falarmos em alto e bom som: Ei, eu te amo, você sabia?

Um grande dia a dia da mulher que você é para você e para o mundo!

Obs.: Que sejamos sempre a Mulher Maravilha lá de cima...jamais esta aí embaixo! =D




domingo, 6 de março de 2011

Sim, nós somos mUdernas!



Sim, nós somos mUdernosas!

E exatamente por isso estamos voltando com toda a força para o badalado espaço das Mulheres TPM com duas das redes sociais mais fortes do momento! Por favor, adicionem, sigam, façam todo o ritual internético possível!

FB de TPM

Twitter de TPM

domingo, 12 de dezembro de 2010

Tem dias que... por Drix



... parece que nada dá certo. O cabelo não tá legal, duas unhas quebraram um dia depois de você pintá-las de vermelho paixão (me senti a Angélica agora fazendo anúncio dos esmaltes dela que já foram à falência), a barriga tá com uma briga impossível com o jeans que você adora e por aí vai. Se eu for listar aqui os GRANDES problemas femininos, vou longe...e hoje é domingo, meu saco automaticamente é menor do que já é durante a semana.


Já repararam que sou a mais “nervosinha” das cinco TPM’s ne? Pois...me imaginem com TPM! Não, não façam isso...perda de tempo e filme de terror. Voltando ao parágrafo de cima, hoje, por problemas particulares, estou me obrigando a escrever, a falar, a viver (voltar). Devagar eu sei, mas hoje revi “ Comer, Rezar e Amar” e “ Letters to Juliet”. Sabe quando você pára e pensa que todos esses detalhes que te fazem pensar que o dia está péssimo (que citei acima) são perda de tempo?


Quem não viu estes dois filmes, mega indico porque são ALGO. E começo a pensar em detalhes que são realmente importantes em nossas vidas. Não as duas unhas que quebraram e que fazem você ter um dia daqueles. Mas pensem no todo, no conjunto, no universo de sua vida. E como ele anda? O meu anda bagunçado, confesso. Anda triste...mas aí filmes como estes dois e esse “novo cartão de Feliz Natal” da Globo me fizeram parar para raciocinar e pesar N coisas. Já viram a mensagem de fim de ano da Globo? Hoje dei de cara com uma criança magrinha em um hospital para hemodiálise. A mãe perdeu o emprego porque não podia deixar a filha so no hospital e ela só queria , O SONHO DELA, era uma casinha de boneca. Já falei por aqui, e quem me conhece sabe, não me venham falar do vizinho que tem câncer nos ossos quando eu to com algum problema que me confunde e dói demais a cabeça e a alma. Cada um com seus problemas. Mas SOZINHA , quieta no seu canto , como eu vivo há alguns dias, a gente se pega pensando: “ Poxa, eu to sofrendo mesmo porquê? Por quê eu to perdendo o dia de hoje, que não sei se volta? “


Temos o dom, nós mulheres, de elevar à 10º potência alguns problemas que podem ser resolvidos. O meu hoje, não sei como resolver, não sei como conviver com ele e me dói a alma. E necessariamente, eu não estou aumentando ele, mas ao mesmo tempo...poxa, e eu? Como fica menos um dia (já que gastei ele na cama pensando) na minha vida de 40 anos? Entendem a que ponto quero chegar? Os problemas existem, o sofrimento NÃO É OPCIONAL, mas saber lidar com tudo isso é extremamente importante. Vale à pena parar e raciocinar , friamente , sobre o quê e como fazer...não elejam o cabelo que não tá legal como um graaaande problema. E se vocês estiverem em uma tempestade, só se abrigando. Não adianta enfrentá-la com um módico guarda-chuva...

That’s all folks

Drix


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

E quem é o sapo perfeito? - Carla Palmeira



Drix e seus temas polêmicos recheados de questionamentos.

Ok! Vamos lá!

Não tenho nenhum tipo de aflição com o nosso amigo sapo (risos), se não, eu nunca iria acampar.

Respondendo a sua pergunta, eu acredito que nesse "mundinho de meu Deus" existam mais sapos do que príncipes, ô dificuldade!

Os Homens pararam de investir em si, caramba! Nada de interessante para falar, discutir ou pensar, será a oferta em demasia? será a banalidade do sexo? será a facilidade de uma noitada mágica?*

Sinceramente, acredito que alguns adicionais possam vir faltando de fábrica, se eles permitirem, adicionaremos depois, já pensei diversas vezes em abrir um curso somente para homens..."Como conquistar e manter sua conquista", teria que dividir em vários módulos e em cursos intensivos.

Às vezes sou intolerante, confesso! Mas, queridas TPM´s, quando se tem um filho, quando já passou pela experiência de um casamento, não sou obrigada a tolerar certas coisas, desculpe garotos, cresçam e virem homens.

Cansei! Mas ainda não desisti =)

E tenho dito também!

* noitada mágica: no dia seguinte ele desapareceu